Com o objetivo de conscientizar os estudantes sobre a prevenção no combate ao mosquito Aedes Aegypti, o transmissor da dengue, os alunos do Maternal II ao 2º ano da Educação Infantil, do Colégio Luterano Rui Barbosa participaram, nesta semana, da confecção de uma armadilha para mosquitos chamada mosquitoeira.
Na oportunidade, foram produzidas aproximadamente 200 armadilhas. Cada aluno levou uma para casa e recebeu a tarefa de monitorar a mosquitoeira. A ideia da produção deste material surgiu de um projeto que o Convênio Sempre Vida realizou, quando foram distribuídos mais de 1000 kits para o combate ao mosquito.
Além da produção das mosquitoeiras, as professoras trabalharam em sala de aula o tema da prevenção no combate à dengue. Conforme a professora do 2º ano, Flavia Freitag, a atividade foi muito produtiva. “Conversei bastante com os alunos e eles se mostraram bastante receptivos. Foi um momento em que eles puderam refletir sobre os cuidados que é preciso ter para vencermos essa doença”, afirmou.
De acordo com o aluno do 1º ano “B”, Enzo Rohloff Schmitz, a atividade foi bem interessante. “Aprendi muitas coisas nesta aula especial sobre a dengue, mas o que mais me chamou atenção é que não devemos deixar água parada pela nossa casa e no nosso quintal. E também devemos sempre jogar o lixo no lixeiro e não jogar em qualquer lugar”, destacou o aluno.
A coordenadora da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I, Juciane Bazzo Henn, destaca que essa atividade foi muito importante. “A sociedade como um todo está engajada na luta contra o mosquito da dengue. E nós como escola, que é um local por excelência para divulgação de informação e conhecimento, devemos sempre fomentar ações que beneficiam a sociedade como um todo”, finalizou.
Mosquitoeiras
Os criadores da armadilha foram Hermano César M. Jambo e Antônio C. Gonçalves Pereira. Ambos a patentearam com o nome de mosquitoeira. Porém, para difundir a utilização da invenção, o grupo do professor Maulori Cabral, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), criou uma versão alternativa e gratuita chamada mosquitérica. O nome da primeira invenção tem origem na palavra ratoeira, já a segunda, é uma síntese de “mosquiteira genérica”.