“Lindo, fantástico, uma super aventura!” Esses foram alguns dos adjetivos que os alunos dos 4º anos do Colégio Luterano Rui Barbosa utilizaram para descrever a viagem de estudos, realizada na sexta-feira (15), nos distritos de Margarida, São Roque e Porto Mendes. A atividade faz parte do projeto Conhecendo o Município, desenvolvido pela professora Elisabete Luft, o qual tem como objetivo identificar e conhecer alguns distritos, os espaços rurais, semelhanças e diferenças existentes entre o urbano e rural. A professora Raquel Sander acompanhou a viagem dando, suporte à professora.
O primeiro local visitado foi o distrito de Margarida, onde os alunos foram recebidos pelo administrador local, Cassildo Sauer e pelo padre da Paróquia Santa Margarida, Reverendo Amário. O administrador Cassildo, falou um pouco sobre o trabalho que desempenha no distrito, a estrutura física daquela comunidade, suas necessidades básicas, sua economia. O padre, por sua vez, destacou aos alunos a importância de ter Jesus Cristo no centro da vida de cada um.
A próxima parada foi a capela São Roque, do distrito de São Roque. A igreja possui uma arquitetura diferenciada, situada no ponto mais alto de Marechal Cândido Rondon, no distrito de São Roque, a Igreja católica chama atenção pela beleza de suas linhas arquitetônicas. Em seguida, a turma seguiu para a Cachoeira da Onça, onde os alunos tiveram um contato maior com o meio ambiente. Lá eles puderam observar e perceber áreas mais elevadas, mais baixas, planas ou muito irregulares. Diferenças essas que compõem a forma do relevo da superfície terrestre.
No período da tarde, os estudantes conheceram o distrito turístico de Porto Mendes. Eles visitaram o Parque de Lazer Anita Wanderer e também o Museu Histórico Padre José Gaertner, onde puderam aprender um pouco mais sobre a história da colonização do município rondonense, bem como o antes e depois da Usina Hidrelétrica de Itaipu.
Para finalizar o passeio os alunos participaram de um piquenique na praça de Porto Mendes. Conforme a professora Elisabete Luft, a viagem foi muito produtiva. “Ensinar é aprender. Ensinar não é transmitir conhecimentos. O educador não tem o vírus da sabedoria. Ele orienta a aprendizagem, ajuda a formular conceitos, a despertar as potencialidades inatas dos indivíduos para que se forme um consenso em torno de verdades e eles próprios encontrem as suas opções” argumenta.